Adoro escrever textos para os meus amigos.Pra falar a verdade, ultimamente, adoro escrever textos para tudo e todos. Gostei de brincar disso.Em relação à decisão sobre o tema para o próximo livro que estou escrevendo, posso dizer que a escolha foi bem pensada e que é baseada em fatos reais. Fala sobre as loucuras de 02 adolescentes, passando pela juventude até a idade adulta. Eles que se amam além dos limites considerados normais para os seres humanos mostrarão até onde pode levar essa mistura de desejo, amor e ciúmes. Estou construindo textos diariamente. Ando pela rua montando um quebra-cabeça na minha própria cabeça.Para não perder o foco e nem esquecer o texto, às vezes, pareço um maluco e do nada começo a falar com meus personagens. Quem vê pensa que estou falando sozinho. Não sabem que os diálogos precisam existir nos livros e que também precisa de ensaios.
Deu vontade de escrever um romance. Empolguei-me e em nome da ousadia, não a minha, mas a dos protagonistas metia as caras e estou escrevendo.Agora com a cara de pau de quem quer escandalizar não só o leitor. Já tomei um susto ontem ao narrar o encontro do casal. Coisa complicada e prefiro nem comentar.Escrever sobre as loucuras de um casal recheado com amor, sexo e desejos, não necessariamente nesta ordem é f....
Estou aprendendo a construir personagens safados, porém do bem. Não me peçam pra explicar como, mesmo porque não tenho autorização para falar deste casal de protagonistas. São jovens que não conseguem administrar os desejos e quando se tocam no olhar não há força capaz de afastá-los. O jovem sente, experimenta e extravasa sem medo de ser feliz. Porra louca já nasce pronto, não se cria e nem se ensina.O tema seria até difícil pra mim, mas conhecendo tantas pessoas e amigos muito interessantes, ficou até fácil. Amigos loucos eu tenho, o resto também.
Uma coisa eu tenho que falar. Quando estou escrevendo essa nova estória começo a rir, outras vezes, paro e fico em silêncio, assustado com as loucuras da juventude.Tento em vão não escandalizar com o texto, mexer aqui e ali, mas eles, os personagens, conseguem me vencer.
Tenho mania de dar corda pra eles se enforcarem e ver até onde vai à loucura deles. No fundo eu quero é medir a minha. Não tenho a pretensão que minha estória consiga mudar conceitos, mas se ela conseguir mostrar o quanto o amor é capaz de mudar as pessoas, já estarei satisfeito por ter plantado a sementinha. A minha realização enquanto autor dessa vez será não “quebrar tabus”, mas rachá-los ao ponto de comprometer suas estruturas. E tenho dito, ou melhor, escrito. Um dia acerto.
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