sábado, 16 de agosto de 2008


As eleições municipais serão em breve e teremos que ter discernimento, ética e muita certeza em quem votar. Seja pra vereador ou prefeito, temos que pensar muito antes de colocar o dedinho na urna eletrônica.


Cadê a luz no fim do túnel ?


Há uma luz no fim do túnel. O Brasil é o país do futuro. Sou brasileiro e não desisto nunca. Frases prontas como estas são pronunciadas todos os dias por milhares de pessoas e nós não nos damos conta que falar até convence e comove, mas não ameniza e muito menos resolve qualquer problema. O maior desafio será mudar esse conceito. É fato que nossa geração não conseguirá mudar sozinha o quadro atual, esteja ela engajada em qualquer ideologia ou política partidária. A palavra mudança é tão forte que por si própria já gera medo.

Há 2000 mil anos, um grande homem se juntou a 12 amigos e acreditou que com eles mudariam o mundo. Sabedoria, até que tinham e coragem era comum a todos. Medos alguns tiveram e perderam. Força de vontade sobrava aos montes. Dinheiro ninguém tinha, também nem precisavam. Tempo e disciplina foram arrumando. O que faltava em um, encontrava-se no outro. O grupo era considerado um exemplo para muitos e para outros muitos não passavam de rebeldes e alienados. Mesmo diante das maiores dificuldades, o grupo só foi crescendo e propagando a sua verdade. E, com esse objetivo fizeram mais do que provocar mudanças. Fizeram uma grande revolução que é sentida até hoje e não tem data para terminar.

Hoje, testemunhamos um Brasil que poderia ser melhor. Ser um país subdesenvolvido não necessariamente seria ter povo sub-educado, sub-informado ou subnutrido. Alguns por conseqüência do destino, outros por dedicação e sacrifícios conseguiram sair das estatísticas dos “sub-alguma coisa” e passaram a fazer parte da classe trabalhadora e pensante do país. Essa conquista é válida, mas o que adiantaria termos excelentes profissionais médicos, engenheiros, jornalistas, coaches, mestres, advogados e etc, se cada um cruzar os braços e nada for feito para provocar as mudanças necessárias para quem precisa de verdade. É ousadia afirmar que os profissionais omissos a essa situação podem ser considerados “sub-solidarios” ou até mesmo sub-competentes. E ninguém ficaria confortável nessa classificação.

Não seria utopia acreditar que um futuro somente poderá ser mudado por uma geração que ainda está sentada nos bancos escolaridades. Qualquer ação tem quer iniciada agora para que os jovens estejam preparados para assumirem seus papéis num amanhã melhor. A mudança é em longo prazo e requer confiança. No meio de tudo isto, gira um, chamemos-lhe poder que, na maioria das vezes, o povo em geral não pensa que existe; e se sabe que ele existe, ou não lhe atribui muita importância, ou não quer saber disso para nada: refiro-me a boa vontade, o fator essencial para começar a ser solidário e querer mudar alguém. Já que é comum o uso das frases, tomo a liberdade de provocar uma mudança em uma para terminar o artigo e sem medo de ousar: Há uma luz no fim do túnel e nós temos que entrarmos juntos, acendermos nossas lanternas e iluminar do inicio ao fim a trajetória daqueles que nele passarem. Só há vitória quando o objetivo é claro.

Vote com o objetivo de que não é por religião, raça, condição sexual ou financeira. Vote com o objetivo de que a pessoa será ética na administração pública. A nossa consciência será grata.


Pense nisso. Vote com sabedoria. E tenho dito.

Um comentário:

Carol Berg disse...

Amei o seu texto Fábio!
Você disse tudo o que penso também!!
Parabéns pela atitude!
Que este texto sirva para todos refletirem sobre a política não só no Rio, mas também no Brasil!!
Beijos!!